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The Economist/ Janeiro 2013 – Os países pobres têm sido um destino popular para o lixo tóxico do mundo rico. Em 1987, um importador italiano provocou indignação internacional por descartar 8 mil barris com vazamento na aldeia nigeriana de Koko. No dia 9 de janeiro, a Nigéria multou importadores em U$ 1 milhão por tentarem levar dois contêineres de 12 metros cheios de televisores, computadores, microondas e aparelhos de som a bordo de um navio vindo de Tilbury, no Reino Unido – o quinto incidente do tipo em três anos.

O lixo constituído de resíduos eletrônicos, o e-lixo, cresce a uma taxa três vezes maior que outros tipos de lixo, alimentado pela vida útil curta dos dispositivos eletrônicos e o apetite por consumoda classe média dos países desenvolvidos. Em 1998, os Estados Unidos descartaram 20 milhões de computadores e até 2009 esse número subiu para 47,4. Uma pesquisa feita em 2011 estima que o volume e peso do lixo eletrônico global vão mais que dobrar nos próximos 15 anos. Qual é a consequência disso para países como a China, que “recolhem” este lixo?

Leia o artigo complete em inglês no site da revista: http://www.economist.com/news/international/21570678-growing-mounds-electronic-scrap-can-mean-profits-or-scandals-cadmium-lining

 

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