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14/11/2011 – Rio de Janeiro (Cida Farias, revista Super Varejo*): Fazer mais com menos. Este é o princípio que norteia a ecoeficiência – menor consumo de energia, adoção de materiais reciclados, reaproveitamento da água, entre outros. Além de ser uma prática que colabora para a redução dos custos da empresa, diminui os impactos ambientais e ajuda
a sociedade. Se muitos supermercadistas se perguntam se hoje em dia é possível praticar, de fato, a sustentabilidade, essas iniciativas já fazem a diferença. Afinal, trata-se de uma tendência que tanto traz mudanças como oportunidades.

Em 2007, a rede carioca Prezunic inaugurou a primeira ecoloja da cidade, em Botafogo, na zona sul, investindo em soluções inteligentes voltadas para a economia de recursos naturais e a preservação do meio ambiente. “A empresa é consciente do seu papel diante da sociedade e do planeta. Essa loja marcou o início de algumas medidas que hoje já estão aplicadas em toda a rede”, afirma a analista de Marketing do Prezunic, Kátia Silveira.

De lá para cá, foram inauguradas mais duas lojas, uma em Guadalupe, na zona norte, e outra em Santa Cruz, na zona oeste, seguindo a mesma tendência no processo de edificação. Em julho, foi a vez dos clientes da Barra da Tijuca ganharem uma unidade construída de forma ecoeficiente.

Kátia destaca algumas características adotadas no planejamento das lojas da rede: sistema de retardo de água da chuva para a galeria pública, ajudando a evitar enchentes nas ruas do bairro; utilização de telhas translúcidas, que aproveitam a luz diurna, reduzindo o consumo de energia elétrica; uso de lâmpadas fluorescentes de alta eficiência energética, longa durabilidade e baixo teor de mercúrio; reaproveitamento das águas da chuva para os vasos sanitários, lavagem de pisos e irrigação de jardins; ar-condicionado movido a gás natural, com menos poluição sonora e sem a utilização do gás clorofluorcarbono, cujas moléculas destroem a camada de ozônio; aquecimento de água obtido com o aproveitamento do calor gerado pelo sistema de refrigeração; e nos sanitários, torneiras e válvulas inteligentes, que otimizam o consumo de água, com volume de descarga diferentes para cada necessidade dos usuários.

*A matéria foi publicada na Revista Super Varejo de agosto de 2011. Leia o texto completo aqui.

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